Pavoroso

terça-feira, 17 de abril de 2012

Review Devil May cry 4


Postado por: Gabriel de Oliveira Koelho



O Review a seguir, destina-se á série de Jogos “Devil May Cry”, e em especial ao quarto título da franquia “Devil May Cry 4”. Que é sem dúvida uma das mais famosas da Capcom.
Para principio das análises um dos principais motivos que levaram a série ao sucesso foi sua incrível e bem planejada jogabilidade, o sistema de combos, a variedade de armas e a incrível performance dos golpes atraiu muitos jogadores ao longo dos anos. É importante lembrar que em todos os jogos da série, a jogabilidade se mantém da mesma forma, assim como os aspectos da história vivida pelo até então protagonista Dante.
A cronologia correta da série é: Devil May Cry 3 - Dante's Awakening, Devil May Cry, Devil May Cry 2 e Devil May Cry 4.


ANÁLISE PRÉVIA

O quarto jogo da franquia Devil May Cry além de alguns aspectos repetitivos e pouco dinâmicos, tem um problema que é extremamente sério, principalmente para aqueles que acompanharam a série desde o princípio e que está relacionado a história em si. Depois do terceiro jogo da franquia, as expectativas de Devil may Cry 4 eram as de continuar a história de Dante pós os acontecimentos de “Devil May cry” no entanto a Capcom decidiu investir em algo novo, criando um outro personagem muito parecido com ele, “Nero” é o seu nome, e possui uma personalidade bem diferente da de Dante. Neste caso ele é bem mais calmo e emotivo, vamos dizer, porém Dante era mais louco, espontâneo e bem estressado.
Supomos que um dos fatores que marcou a série foi o personagem, anti-heroi, elegante, divertido, porém mortal. E porque então criar nitidamente um mocinho, baseado nas mesmas características físicas do antigo protagonista?


"Dante"


Esta inovação foi meio que em vão, pois no decorrer do jogo as missões de 11 a 17 são jogadas com Dante, ou seja, de certo modo o potencial de Nero foi duvidoso em relação ao novo enredo. É interessante de se observar, que eles produziram um personagem, mais foda e mais roubado de todos os já vistos na série. Porém a Capcom também inovou Dante e quando se joga com ele sentimos essa diferença, no entanto ele chama mais atenção do que Nero, fora que ele é está sempre por perto de duas Mulheres “Trish e Lady” assim sendo mais apreciado dando um aspecto do tipo. “ESSE CARA É FODA” resumindo, o jogo em si é sensacional e muito divertido, no entanto dentro de seu enredo os personagens intermediários e coadjuvantes mesmo aparecendo com muita pouca freqüência, chamam mais atenção do que o personagem principal.
                                    analisemos agora algumas características.

HISTÓRIA

No quarto jogo, os papéis se invertem em relação ao primeiro Devil May Cry, do qual a quarta versão é uma sequência direta. O jogo possui um novo protagonista: Nero é um jovem meio demônio e meio humano (como Dante), que pertence a um grupo que idolatra Sparda (o Lendário Cavaleiro Negro; pai de Dante e de Vergil) e está incumbido de acabar com todos os demônios restantes.

                                                                  Trailer 


Sendo Dante um descendente de Sparda, este também é muito respeitado pelo grupo, o que se revela, mais tarde, quando Dante ataca a irmandade (apelidada de 'Holy Knights Order', ou 'Ordem dos Cavaleiros Sagrados') e assassina o "Papa" chamado Sanctus. A partir daí, Dante, que protagonizou todos os jogos anteriores, se torna o alvo da vingança de Nero. Os dois são parecidos fisicamente, mas o novo protagonista é mais jovem e suas roupas também diferem das de Dante, embora o estilo seja bem semelhante. Os métodos de ataque de Nero são similares aos de Dante.



Um grande problema já mencionado acima é o fato de Nero ser um típico herói, que enfrenta seus inimigos em busca de justiça e para salvar sua amada Kyrie é capaz de Tudo.
Visto que nos jogos anteriores, Dante é de fato um anti-herói, e tem um estilo único e inigualável sem contar que possui um humor muito excêntrico. Apagando assim o brilho de Nero mesmo sendo um personagem secundário.



GRÁFICOS

O jogo foi lançado no ano de 2008 e as tecnologias dos Consoles e dos computadores nesta época estava em uma constante ascensão “Hardwares cada vez mais potentes” o que possibilitou que a série Devil may cry subisse seus patamares gráficos que até então eram fracos e relativamente simples para um nível fantástico, já que os títulos antecessores foram todos produzidos para PS2 onde os gráficos ainda não podiam ter tamanha magnitude. A qualidade gráfica dos cenários e dos personagens de Devil May cry 4 são absurdamente incríveis se comparados aos seus antecessores tendo uma ótima qualidade de textura e efeitos fantásticos.



Um dos Pontos fracos havia sido superado porém um mesmo problema havia continuado. O design é bom, original, porém é repetitivo. O jogo a partir de certo ponto começa regredir nos cenários, ou seja fazendo com que voltemos em todos eles para realizar as missões com Dante. Enfim as surpresas diminuem ao longo do jogo cansando um pouco o jogador. Mas uma das coisas que chamam bastante atenção neste titulo são a variedade de opções de customização gráfica do jogo, permitindo para quem joga mesmo em um computador mais antigo uma configuração adequada a sua performance, aumentando assim a faixa de publico alvo acessível a seus parâmetros.

JOGABILIDADE

A jogabilidade, se manteve ótima ao longo da série, mantendo sua forma single player e principalmente facilitando a interação do usuário com o 
ambiente proporciona uma experiência incrível. Ouve uma otimização nos sistemas de movimentos percebendo-se a suavidade com que eles acontecem, além te haver uma notável divisão de experiência entre jogar com Nero e com Dante. Nero possui movimentos mais automáticos e muitos combos com dano por área, onde com menos golpes você pode bater em uma boa quantidade de demônios. Já Dante possui uma mecânica mais avançada, podendo interagir quatro estilos diferentes ao mesmo tempo, propiciando assim combos absurdos, no entanto devido a essa integridade múltipla os conceitos mudam de acordo com cada estilo, o que dificulta na realização de alguns golpes, o que torna Dante voltado para os mais experientes jogadores.


Outro aspecto notável no jogo, e isso já vêm desde os outros títulos da série é o fato de podermos adquirir novas habilidades no decorrer da campanha sem contar em adquirir mais Devil Trigger (Energia Demoníaca) e aumentar também seu Life, permitindo assim que o personagem fique cada vez mais refinado possibilitando atingir um ranking SSS com maior facilidade, afinal a maior recompensa nem está em alcançar os objetivos e sim em realizar combos cada vez mais estilosos tentando alcançar o ápice dos da Experiência.

SOM/ TRILHA SONORA

Os efeitos sonoros continuam impecáveis, e muito realistas sendo uns dos fatores que mais contribuem para a sua imersão juntamente com a trilha sonora. Porém muitas músicas são releituras dos títulos anteriores o que mais uma vez dá uma sensação de repetitividade. O estilo “Heavy Metal” misturado com as ações do jogo dão uma sensação incrível sem contar todo o lado gótico presente nos contextos do jogo. Poderia ser muito melhor se aumentasse a variedade de musicas ou pelo menos disfarçasse a repetição das mesmas principalmente nos momentos de batalha.

CONCLUSÃO

Devil May Cry pode ter vendido 7 milhões de cópias porem os jogadores veteranos, pelo menos em maior parte não gostaram das inovações na criação de um novo personagem que simplesmente quebrou a continuidade dos jogos da série, onde a espectativa era de um possível novo desafio para Dante ou ate mesmo o reaparecimento de seu irmão Vergil, onde em DeviL may Cry 4 é estranho encontrarem a sua espada mas nem ao menos mencionar aonde e como encontraram. 



No final de tudo utilizava-se Nero para tampar tais buracos da história. Assim termina a série onde o estilo “Crazy” deu lugar para o estilo “Romantico”, no entanto claro com uma aparição gloriosa de Dante no Final para encerrar com chave de ouro um grande sucesso da Capcom.

Avaliação do Jogo:
Gráfico: 9
Sons: 7
Jogabilidade: 10


Ai fica uma ultima questão. Qual será a expectativa da série daqui pra frente?



Ate a próxima!



Referencias Bibliograficas


História






segunda-feira, 16 de abril de 2012

Resident Evil 4



Resident Evil 4 é um jogo de terror e suspense,envolvendo zumbis e monstros.
O jogo se passa numa vila proximo ao México,onde Leon,o personagem principal tem como missão investigar e resgatar Ashley,filha do presidente dos Estados Unidos.Chegando na vila,Leon percebe que os moradores não são seres humanos normais, possuindo um comportamento muito agressivo e alguns costumes estranhos.
Ao longo do jogo Leon vai coletando informações sobre o paradeiro de Ashley,adquirindo e melhorando suas armas e enfrentando criaturas bizarras.
Leon descobre que o líder religioso Lorde Sadler e o herdeiro,Salazar,do castelo proximo da vila são infectados por um parasita através de escavações e acabam contaminando os moradores.O plano dos dois é dominar o mundo através do sequestro da filha do presidente.





Os cenários do jogo trazem um clima de muito suspense e tensão,devido conter cores mais escuras,preto,cinza,bege.




Críticas:

A camera do jogo não permite a visão do que está atras do personagem,diferente das versões anteriores.

Ao girar o personagem atraves do controle,ele demora mais tempo que o normal para se mover.

Ao resgatar o personagem secundário,Ashley,ela atrapalha no movimento e visão da camera.


Elogios:

Gráficos avançados referente a época de lançamento.

Inimigos e armas bem elaborados.

O jogo possui recursos atrativos como comércio de armas,competição de tiro ao alvo,coleta de itens raros como diamantes,rubis.

Trilha sonora reflete bastante a tensão do jogo.
 






Nota:

Minha nota é 8.5,porque o jogo é bastante atrativo e possui mais pontos positivos que negativos.


Vinícius Alvarenga Fernandes Araújo - 2° périodo do curso de Jogos Digitais - PUC São Gabriel

quarta-feira, 21 de março de 2012











Prototype é um jogo produzido pela Actvision, lançado para PS3, X-Box 360 e PC. O jogo é bastante parecido com o estilo de GTA, mas com muito mais ação!

game se passa na Ilha de Manhattan. Onde o exercito está nas ruas tentando conter uma epidemia que está transformando a população da cidade em mutantes. No meio disto tudo está Alex Mercer, o protagonista do jogo.



Alex sofre de amnésia e está tentando descobrir o que está acontecendo no meio de toda está bagunça. A única coisa de que ele se lembra é de usar os seus super poderes, ou pelo menos alguns deles, já que você vai destravando vários no decorrer da estória. E oque torna o jogo mais legal é a chance de se ter mais poderes.


Conforme você avança no jogo, Alex vai adquirindo novos poderes. Ele pode transformar suas mãos em vários tipos de armas, como: lâminas, garras e martelos. Como em GTA, praticamente não há limites para o que se pode fazer na cidade. Desde escalar prédio, absorver as pessoas na rua e até voar!



Os gráficos não são nem de longe os melhores da geração atual. Provavelmente pelo fato do cenário ser tão grande e existir uma grande quantidade de pessoas circulando pelo mapa. Mas também não chegam a incomodar. 

Oque incomoda no jogo é a interface, toda ela é feita em tons quentes no caso o vermelho, tanto no menu do jogo como no jogo em si, na área onde fica nos ninhos dos mutantes mais fortes (que não são poucos) é marcado em vermelho, o mapa é vermelho. Isso tudo,mais a enorme quantidade de sangue que é derramada durante todo o jogo faz com que o jogo se torne cansativo para visão.

 







Prototype é uma ótima aquisição para quem está procurando um bom jogo de ação do inicio ao fim.


Avaliado por: Alexsandro Brito Filgueira

Notas do editor
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